Política- 3 Bimestre [13\09\2021]

Manter as escolas abertas durante a pandemia foi escolha política, aponta OCDE

A pandemia de coronavírus levou a graves prejuízos à educação em todos os países em 2020, mas alguns adotaram a escolha política de manterem ao máximo as escolas abertas. Um relatório da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) ressalta que os países desenvolvidos foram melhor sucedidos na questão, ao se esforçarem para implementar condições sanitárias adequadas para a reabertura dos estabelecimentos, principalmente nos primeiros anos da escolarização. 
"Todos os países foram afetados, mas houve vontades políticas diferentes. França, Suíça, Luxemburgo, Bélgica e Nova Zelândia são países que tentaram fechar as escolas o mínimo possível. Foi, de certa forma,um sucesso", afirma Eric Charbonnier, analista da direção de Educação e Competências da organização, baseada em Paris.
Nos países que mantiveram as escolas fechadas por menos tempo nos picos da epidemia de coronavírus, o cancelamento das aulas presenciais oscilou entre 24 e 50 dias. Já naqueles em que fechamento foi mais prolongado, a medida ultrapassou 175 dias, praticamente seis meses sem aulas presenciais. Foi o caso de México (superior a 210 dias no ensino básico), Polônia, Costa Rica e Colômbia - que estão entre os menos desenvolvidos do grupo. O estudo O Estado da Educação Global - 18 meses na pandemia contemplou o período de março de 2020 a maio de 2021.

Comentário: A pandemia realmente afetou nossos estudos, e ter deixado as escolas abertas na fase de 2020 foi um pouco irresponsável, pois ainda não sabíamos nada sobre a tal doença.

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